E o que será de mim?
A serpente leal.
A sombra iluminada.
A ausência companheira.
O que será de nós?
Nós que caídos, chegamos ao auge.
Que de malignos fizemos o bem.
Que reconfortamos, com melancolia, teu sorriso despretensioso.
E que de confusos, mostramos a verdade.
Aquela contradição exemplar, de ser claro e incontestável.
Em dizer a verdade falando mentiras.
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terça-feira, janeiro 17, 2012
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Futuro
Parada, caída e coberta,
Tento ver um alem no desespero.
Vi da janela que ali entre aberta.
As consequências de pouco tempero,
Entre todas, das poucas a descoberta.
Em quanto cavo devagar e certeiro.
Um sorriso, que me tome a janela aberta.
Repeti varias vezes, as intenções mais óbvias.
Por lágrimas, por calos, por medos.
Cai em tentações sombrias.
Mordi varias vezes meus dedos,
Tentei prolongar meu tempo.
A falta dele reforça meu laço,
Este se afasta um momento.
Realça minha vida, lhe arranca um pedaço.
Me toma tudo que foi e vai ser,
Amarra meus medos em suas linhas de aço.
E assim permaneço como em primeiro momento.
Parada, caída e coberta.
Tento ver um alem no desespero.
Vi da janela que ali entre aberta.
As consequências de pouco tempero,
Entre todas, das poucas a descoberta.
Em quanto cavo devagar e certeiro.
Um sorriso, que me tome a janela aberta.
Repeti varias vezes, as intenções mais óbvias.
Por lágrimas, por calos, por medos.
Cai em tentações sombrias.
Mordi varias vezes meus dedos,
Tentei prolongar meu tempo.
A falta dele reforça meu laço,
Este se afasta um momento.
Realça minha vida, lhe arranca um pedaço.
Me toma tudo que foi e vai ser,
Amarra meus medos em suas linhas de aço.
E assim permaneço como em primeiro momento.
Parada, caída e coberta.
Raquel Rosene
segunda-feira, maio 31, 2010
Inquietude
Das nuvens debruçou sobre meu leito
Minha vontade
sussurro violento
Meu príncipe decifrou-me
do teu jeito
Caminhava eito
lento
Jogou palavras
como confeito
nelas dançamos junto
no vento
Não havia
galope de cavalo...
Subiu até meus lábios
fincou os dentes
Sorri ferida ao beija-lo
Tomou-me por tua.
partimos crentes
Omiti
meu calor impregnante
Transida, parada, convencida
Parei
de pensa-lo como amante
confortarei-me entre as cobertas
oprimida!
Meu príncipe inventado
frágil
Herói falante
enterrou minha certeza
Aceito meu destino
farei-o ágil
Sozinha
sobrevivi a minha frieza
Polpar-lhe-ei deste contagio
Permanecerá. Tu refugio
minha fraqueza
Minha vontade
sussurro violento
Meu príncipe decifrou-me
do teu jeito
Caminhava eito
lento
Jogou palavras
como confeito
nelas dançamos junto
no vento
Não havia
galope de cavalo...
Subiu até meus lábios
fincou os dentes
Sorri ferida ao beija-lo
Tomou-me por tua.
partimos crentes
Omiti
meu calor impregnante
Transida, parada, convencida
Parei
de pensa-lo como amante
confortarei-me entre as cobertas
oprimida!
Meu príncipe inventado
frágil
Herói falante
enterrou minha certeza
Aceito meu destino
farei-o ágil
Sozinha
sobrevivi a minha frieza
Polpar-lhe-ei deste contagio
Permanecerá. Tu refugio
minha fraqueza
Raquel Rosene
sábado, maio 29, 2010
Ainda Faltam Detalhes
Na decadência dos espaços
Desisto, deixo bem claro os motivos.
Cada quadrado pintado é um plano.
Falível ou não, é planejado com todo o meu ser!
E as vezes não me reconheço nesses planos.
Então desisto.
Deixo que meus planos falem por mim.
Para em cada falha, encontrar um pouco das minhas vontades
Nesse mosaico irreconhecível...
Desisto, deixo bem claro os motivos.
Cada quadrado pintado é um plano.
Falível ou não, é planejado com todo o meu ser!
E as vezes não me reconheço nesses planos.
Então desisto.
Deixo que meus planos falem por mim.
Para em cada falha, encontrar um pouco das minhas vontades
Nesse mosaico irreconhecível...
Raquel Rosene
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